quarta-feira, 4 de julho de 2012



“Deixaremos a nomenclatura “R” somente para as motos com vocação racing”, explica Affonso de Martino, gerente comercial da Kawasaki do Brasil. Na verdade, a letra “R” não representava o comportamento da antiga Ninja 650R 2011. Agora, para 2013, a Ninja 650 ganhou novos mapeamentos do propulsor, favorecendo as baixas e médias rotações e se assumiu uma motocicleta comportada. É muito amigável e, embora pareça uma Ninja “de verdade”, não representa o caráter esportivo das motocicletas da marca verde.

Única no segmento com dois cilindros paralelos, a Ninja 650 se destaca pela facilidade de condução. Até os menos experientes podem pilotá-la sem problema. Duplo comando no cabeçote, oito válvulas e refrigeração líquida, com uma taxa de compressão revista (mudou de 11,3 para 10,8:1) e novos dutos de admissão, resultam em uma potência máxima de 72,1 cv aos 8.000 giros, e um torque máximo em 6,5 kgf.m nas 7.000 rpm.

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